Como um rio correm os dias e este espaço é uma margem onde deito pedrinhas à água.
11 de janeiro de 2026
Um escritor, outro livro
Em “O Fim dos Estados Unidos da América”, Gonçalo M. Tavares volta à epopeia para criar um género novo, louco e livre, arrancado à potência imensa que a literatura pode ter. E radiografa o humano a partir da sua desumanização.
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