O que mudou desde a última vez que Estados Unidos e Irão se encontraram? A urgência, argumentam os analistas ouvidos pelo Expresso. As eleições para o Congresso norte-americano começam a ser uma dor de cabeça para Trump, que enfrenta um Irão seguro dos seus trunfos n
egociais.
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Num texto publicado no Telegram e reproduzido pela agência de notícias Fars, associada à Guarda Revolucionária (IRGC), uma alta patente da IRGC disse que os militares iranianos foram capazes de levar Israel e os Estados Unidos “ao desespero e à exaustão, obrigando-os a solicitar desesperadamente um cessar-fogo”, o que demonstra a visão do conflito que esta poderosa força quer “partilhar” com o povo. “Os líderes do Irão acreditam que demonstrar fraqueza sob pressão apenas atrai mais pressão. A sua resistência decorre menos da confiança e mais da necessidade de preservar a dissuasão, a legitimidade interna e a sobrevivência do regime”, diz Ali Vaez. “Eles compreendem claramente os danos que os Estados Unidos podem infligir. Mas temem mais capitular do que parecer beligerantes”, acrescenta.
O próprio ministro dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi, disse na segunda-feira, que as “declarações, ações e exigências excessivas” dos Estados Unidos sinalizam a “falta de seriedade de Washington em relação à diplomacia”, retirando qualquer expectativa a esta nova ronda prevista para Islamabade.
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