No Observador
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Chegámos a um momento da nossa experiência democrática em que a traição à missão nobre da mediação jornalística autêntica excedeu tudo o que podia ser assimilado como ruído estatístico acidental. | |||||||||
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Reler as “Confissões” é fantástico. Agostinho faz-nos ir ao mais sincero dentro de nós. Nele não há santidades postiças. O nosso problema hoje é, numa era anti-agostiniana, não termos nada a confessar. | |||||||||
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O que é dito hoje com convicção não foi considerado ontem e provavelmente não será aceite amanhã. Não são só as pessoas que passam quando morrem. As crenças seguem igual destino e as realidades também. | |||||||||
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Um dos melhores poemas sobre o que possa ser a vida verdadeira é o soneto de António Franco Alexandre (1944-) que começa com a declaração “Vi Roma a arder.” | |||||||||





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