"Solidão para um lobo não é tristeza, é preparação."
9 de março de 2026
No Golfo e não só
***
Wang afirmou que "o respeito pela soberania nacional é a pedra angular da ordem internacional atual" e que "a soberania, a segurança e a integridade territorial do Irão e de outros países da região do Golfo devem ser respeitadas e invioláveis".
***
Tomou posse o novo PR
António José Seguro tomou posse como Presidente da República
***
No que toca à conjuntura internacional, Seguro destacou a importância do multilateralismo, invocando a presença do rei de Espanha e de homólogos de países lusófonos para falar no papel de Portugal dentro de organizações como a CPLP e a Organização dos Estados Ibero-Americanos, além da NATO e da União Europeia. Algo que, para o Presidente da República, se torna mais relevante quando o mundo vive tempos em que "o homem é o lobo do homem", com a força da lei a ser substituída por um primado do mais forte.
***
8 de março de 2026
Outra voz pela colaboração
Em mensagem aos participantes do Encontro Internacional pela Paz e Reconciliação na Loyola University Chicago, Leão XIV exorta a uma colaboração global e interdisciplinar que combata a “globalização da indiferença”. Essa concórdia, escreve o Pontífice, “não é como a que o mundo nos oferece, que infelizmente muitas vezes é imposta com violência e engano”.
Ter razão e meios
“Quando somos atacados, não temos outra escolha senão responder. Quanto mais pressão exercerem sobre nós, mais forte será naturalmente a nossa resposta”, disse o Presidente Masoud Pezeshkian. “O nosso Irão, o nosso país, não se curvará facilmente perante a intimidação, a opressão ou a agressão. E nunca se curvou”, acrescentou.
********
Goste-se ou não do regime, o mesmo que se diz sobre o Irão deveria aplicar-se a qualquer outro país.
Para reagir é necessário ter uma boa razão e os meios necessários. Pura lógica.
Novo líder do Irão
Desde a morte de Khomeini, em 1989, Ali Khamenei liderou o país de 90 milhões de habitantes. Na altura, a sua escolha foi considerada uma surpresa porque nem todos o julgavam qualificado para suceder Khomeini, o fundador da república islâmica.
Nos últimos anos, Khamenei viu a popularidade do regime diminuir, quer pelos problemas económicos enfrentados pelo país na sequência das sanções impostas pelo Ocidente, em represália ao programa nuclear iraniano, quer pela contestação interna e as reivindicações de modernização social. No início deste ano, o governo enfrentou uma grande onda de protestos, reprimida com violência, que terá deixado atrás de si um rasto de milhares de mortos.
***
******
Mojtaba Khamenei é, afinal, o escolhido, soube-se há pouco.




































