15 de junho de 2026

Salada russa (culinária)

 
Vai dar salada russa.

Leva maionese  e umas azeitonas. 😋

Acompanha com peixe cozido ao vapor. 



A pílula amarga

Resumo

EUA e Irão chegaram a acordo de paz mediado pelo Paquistão, Catar, Arábia Saudita e Turquia. A cerimónia oficial de assinatura está marcada para 19 de junho na Suíça, com abertura imediata do Estreito de Hormuz.

Resumo gerado por IA e editado pelo Expresso.


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A rampa de saída de Trump do Irão é a pílula amarga que Netanyahu já está a tomar, ministrada pelos seus diversos opositores políticos em Israel. 
 

Opinião sobre religiosidade


Filipe Alves

Diretor do Diário de Notícias

Publicado a: 09 Jun 2026

A notícia da morte da Igreja Católica continua a ser uma previsão algo exagerada. Mesmo no Ocidente secularizado, aquilo que se transforma não é a fé, mas a forma como é vivida. A era digital alterou a maneira como trabalhamos, nos relacionamos, participamos civicamente e consumimos informação; seria estranho que a espiritualidade permanecesse inalterada. Uma instituição com dois mil anos, que sobreviveu a impérios, guerras, revoluções e totalitarismos, não desaparece apenas porque o mundo descobriu novas rotinas de domingo. Adapta-se, sobrevive e reconfigura-se.

Essa transformação é visível na procura de sentido que atravessa sociedades supostamente pós-religiosas. Nos Estados Unidos, as dioceses católicas registaram, em 2026, aumentos médios de cerca de 38% no número de adultos que decidiram converter-se ao catolicismo, com algumas a atingirem máximos de duas décadas. O The New York Times descreveu recentemente este fenómeno como “um regresso inesperado ao sagrado num país que julgava ter ultrapassado a religião organizada”, sublinhando que muitos jovens procuram “um quadro moral estável num tempo de incerteza”. 


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Curtas e variadas








 

Sem fim


 

Opinião sobre AI


A IA pode funcionar exactamente assim: um exosqueleto funcional. Útil quando amplifica uma estrutura interna já formada. Problemático quando a substitui antes de ela sequer ter tido a oportunidade de se desenvolver.

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A ferramenta não é o problema — o momento sim

Não estou aqui para fazer o julgamento fácil. A inteligência artificial é, para muitos profissionais, uma ferramenta genuinamente extraordinária. Conheço médicos, gestores, consultores, advogados que a usam diariamente para organizar, acelerar, estruturar. Pessoas com décadas de experiência, com identidade profissional consolidada, com uma voz própria tão formada que a IA nunca a vai apagar — porque essa voz já existia muito antes da ferramenta aparecer. Para estes profissionais, a IA amplifica. Dissemina conhecimento mais rapidamente. Liberta tempo para o que exige pensamento verdadeiramente complexo. É, no melhor sentido da palavra, uma extensão de quem já são.

Mas há aqui uma condição que raramente é reconhecida com clareza: a pessoa já existia antes da ferramenta. A arquitectura cognitiva, emocional e ética estava formada. A IA entrou depois — não em vez de. É exactamente o oposto do que acontece quando uma criança de oito anos abre o computador e, antes de tentar, pergunta à máquina o que deve pensar.

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Visualização do blogue

 





Déjà vu


Esta escultura está no Canadá e a imagem dela também já entrou neste blogue há um tempo. 

Mas voltei a revê-la e acho graça - na vida real e por perto de minha casa, há situações absolutamente idênticas.

Há hábitos sociais que, até hoje, ainda duram.

Talvez tendam a perder-se num futuro relativamente próximo, com a proliferação do "estar online".


Opiniões

 No Observador 





Capas de jornais







 

14 de junho de 2026

Diz Obama


 

Mais das curtas








 

Um livro, um poema

 


La ceremonia de la razón esgrimida

oscurece el sentimiento del otro

y forma hielo entre las sábanas del pasillo

que une nuestras dos habitaciones


Revestidos con las casullas de nosotros mismos

envueltos en el incienso propio

recitamos monótonamente

mi derecho y mi derecho


mientras que nos recluimos

sacerdotes del sacrificio humano

en trascendentales símbolos

aislándonos en gigantescas catedrales

Quebeque (Je me souviens)





É controverso o significado. É uma história longa, com interpretações diversas.

Existe uma lenda urbana muito difundida (especialmente no ambiente anglófono) que afirma que a divisa seria o primeiro verso de um poema que continuava assim: "Je me souviens que né sous le lys, je croîs sous la rose" ("Lembro-me que nascido sob o lírio, cresço sob a rosa"). O lírio representaria a França e a rosa a Inglaterra.

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Opiniões

 No Observador 







Curtas e variadas














 
Robert Smith: 'I've never regretted not having children. I objected to being born, and I refuse to impose life on someone else...' British music legend gives a perspective on existence.