6 de junho de 2026
Papa em Espanha
León XIV en España para abrazar el mundo de la fragilidad
Dia D e Hegseth
"Dia D". Secretário da Defesa dos EUA diz que praias europeias estão agora "invadidas" por "ideologias perigosas"
5 de junho de 2026
Ana Paula, trabalho social
Nova prestação social única. Ana Paula Martins fica obrigada a fazer trabalho social como ministra da Saúde
Resumo
O Inimigo Público apresenta uma edição satírica com diversos temas de atualidade portuguesa. Entre as notícias ficcionais destacam-se: a obrigatoriedade de trabalho social para beneficiários da prestação social única, os baixos índices de natalidade com apenas uma criança para cada 10 adultos, a formação da tendência 'Passoscoelhomaxxing' no PSD, e a proposta do Chega para deportar peixes siluros do Rio Tejo. O suplemento aborda ainda questões sobre a TAP, investigações judiciais ao PS, e a posição oficial de Portugal no Conselho de Segurança da ONU.
Resumo gerado por IA e editado pelo Expresso
Famílias de então e de agora
A família Bórgia (ou Borja) foi uma das dinastias mais poderosas e controversas do Renascimento italiano, originária de Aragão, Espanha. Ficaram mundialmente conhecidos pelo seu domínio implacável sobre o Vaticano, marcado por ambição política, intrigas, nepotismo e alegados crimes como envenenamentos e corrupção.
As figuras centrais do clã incluem:
Rodrigo Bórgia (Papa Alexandre VI): Patriarca da família e eleito Papa em 1492. Usou o seu papado para acumular riquezas e consolidar o poder territorial da Igreja, assumindo publicamente os seus filhos ilegítimos e transformando-os em peças-chave da sua diplomacia.
César Bórgia: Filho de Rodrigo, serviu de inspiração para a obra "O Príncipe", de Maquiavel. Militar brilhante e impiedoso, usou a força bruta e alianças estratégicas para tentar unificar a Itália sob a alçada da sua família.
Lucrécia Bórgia: Irmã de César. Embora frequentemente retratada na cultura popular como uma femme fatale manipuladora e envenenadora, a historiografia moderna a descreve mais como uma peça nos arranjos de casamento do pai e uma mecenas respeitada na sua fase final de vida em Ferrara.
O declínio da família iniciou-se com a morte súbita de Rodrigo em 1503 e o consequente exílio e morte de César em 1507, pondo fim à era de hegemonia Bórgia na Europa.
Wikipédia
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Ainda hoje há famílias cuja ambição e grandeza fazem lembrar...
Se não passam pelo Papado, passam por outras carreiras de muito vasto poder, seja político, financeiro, industrial, tecnológico, mediático...
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E acrescento aqui um pequeno excerto dum artigo do jornal Expresso:
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A morte no caminho
A realidade da morte é, como se sabe, fonte de terror e melancolia, mas também de consolo. Digam o que quiserem das dinastias históricas, mesmo os piores soberanos não podiam governar depois de mortos. Henrique VIII morreu na casa dos 50 anos e César Bórgia mal passou dos 30. Por mais grotescas que fossem, a obesidade mórbida e a sífilis desempenharam o seu papel como agentes de mudança. Se até os maiores tiranos acabam inevitavelmente por morrer, existe sempre alguma esperança de um mundo melhor — ou pelo menos diferente.
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