20 de abril de 2026

Um livro, um poema


 60 OTOÑOS Y PRIMAVERAS                                            

Aquellas calles empedradas

de los primeros saludos,

de faldas cortas con calcetines,

de siluetas femeninas

que empezaban a despuntar.


Mientras la música sonaba

en un recinto cuadrado,

que hoy es Patio de Comedias,

bailaban corazones,

soñaban atardeceres,

bebían la vida poco a poco

como líquido fresco.


Por debajo de los arcos del paseo

caminan mujeres

que tienen ante sus ojos

a las amigas de siempre,

las fotos de los que se fueron

y llegaron,

la belleza madura

de un espejo que nunca engaña.


60 otoños de ver volar las hojas,

60 inviernos de besos cálidos,

60 veranos de viajar con la mirada,

60 veces primavera.

Assustador



 

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 Por onde andam as boas notícias nestes tempos?

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19 de abril de 2026

Em Agosto próximo


Em 2021 a UNESCO integrou as Festas do Povo de Campo Maior na lista de Património Cultural Imaterial da Humanidade.

É fantástico

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Mark Twain 





 

Um Papa sem medo

***

Perante milhares de fiéis reunidos na esplanada de Kilamba, o Pontífice centrou a homilia na necessidade de ultrapassar feridas antigas que continuam a marcar a sociedade angolana, defendendo que só a superação das divisões, da violência e da corrupção poderá abrir caminho a uma nova etapa para o país.

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No Diário de Notícias 
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Ao término da Santa Missa celebrada em Luanda, neste domingo (19/04), o Papa Leão XIV rezou a oração do Regina Caeli e fez novos apelos pela paz, voltando seu olhar para os conflitos na Ucrânia e no Médio Oriente.

Daqui  👈👈

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É a minha impressão pessoal - este Papa não tem medo de chamar os bois pelos nomes ...

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Beber a água


 

Relembrar Adam Smith

 


"Assim, o mercador ou comerciante, movido apenas pelo seu próprio interesse (self-interest), é levado por uma "mão invisível" a promover algo que nunca fez parte do interesse dele: o bem-estar da sociedade." Como resultado da atuação dessa "mão invisível", o preço das mercadorias deveria descer e os salários deveriam subir.

Ilustrou bem seu pensamento ao afirmar "não é da benevolência do padeiro, do açougueiro ou do cervejeiro que eu espero que saia o meu jantar, mas sim do empenho deles em promover o seu "auto-interesse".

18 de abril de 2026

Porto de Sesimbra






Henrique Raposo opina

 


O erro é comum: o bea­to e o ateu acham que o cristia­nismo serve como instrumento de salvação da alma; no fundo, veem a fé como um empréstimo bancário que garante um T2 na abóbada celestial; até pode ser só uma marquise, desde que fique na ala oeste do paraíso; na ala leste há sempre o perigo de cairmos. O beato acredita neste mecanismo que estabelece uma relação transacional com o céu; o ateu goza com a ideia, claro. Mas ambos partilham o erro de partida. A premissa não é essa. A fé não é um balão para o “eu” subir sozinho ao Reino, é um arpão para puxarmos em conjunto o Reino para a Terra, a ideia é representarmos aqui e agora o amor de Jesus. Deste equívoco individual nasce um equívoco coletivo que se repete século após século: o desejo de apocalipse, que surge quando uma nação julga que pode subir sozinha aos céus como justiceira escolhida. Neste momento há várias nações a pensar desta forma, o Irão, partes de Israel, a Rússia e partes dos EUA, na verdade a Administração americana tem usado linguagem apocalíptica para justificar guerras. Tal como George W. Bush, Pete Hegseth fala como um cruzado, e com uma agravante: a Administração Bush tinha gente sensata, como Rice e Powell; podíamos discordar do racional das guerras no Iraque e Afeganistão (eu discordava na época), mas havia ali uma racionalidade estratégica e ideológica. Agora não há. Vemos apenas uma fúria niilista que habita o peito de quem não consegue perceber o ‘Livro do Apocalipse’. Hegseth acha que a guerra vale por si mesmo, porque é religiosamente justa de acordo com as escrituras (que tresleu). Não, não é a primeira vez que fica clara a aproximação mental entre o Hamas e os reacionários MAGA. Se calhar, Hegseth também julga que os 144 mil referidos em Ap. 14, 3 são 144 mil homens virgens selecionados para a guarda pretoriana de Jesus.

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Guloseima de hoje

 Requeijão com doce de abóbora