13 de fevereiro de 2026

"todos diferentes, todos iguais"


A reflexão "todos diferentes, todos iguaissublinha a coexistência da singularidade individual (cultura, aparência, personalidade) com a igualdade fundamental de direitos, dignidade e necessidades humanas. Esta perspetiva defende a inclusão e o respeito, reconhecendo a diversidade como fonte de enriquecimento social e não de divisão.

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Açorda e surpresa

 A surpresa 

Hoje fiz açorda de alho e coentros com ovos. A surpresa foi abrir um ovo com duas gemas. 

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Segundo a tradição, a origem da açorda remonta à época da ocupação árabe, daí o nome (ath thurda): prato básico obtido pela desintegração do pão num caldo aromatizado ao qual se junta o azeite. A preparação acompanhou os árabes durante muitos séculos e de facto há testemunhos dela nesta parte do império árabe da época, no período entre os séculos VIII e XIII. É um prato adequado até às mesas mais pobres, mas - podendo ter à disposição condimentos e pratos mais ricos -mesmo à mesa mais nobre podia ser servido sem desfigurar. 

Wikipédia 

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Capas de jornais








 

Opiniões

 No Observador 




12 de fevereiro de 2026

Um cartoon


 (O que chove é a palavra Epstein) 

Elogio da humildade


 

Maria João Avillez (podcast)

 Podcast 👈👈


Nasceu no final da segunda grande Guerra e cresceu numa família aristocrata e numa casa cheia de história e memória. O jornalismo estava-lhe no sangue. Estreou-se em televisão aos 17 anos, fundou jornais, fez rádio e entrevistou protagonistas, viveu e presenciou os grandes acontecimentos dos últimos 50 anos. Maria João Avillez é a convidada da estreia de Geração 40, o novo podcast conduzido por Júlio Isidro.



Bravo !


 

Continua grave



 

Dormir sossegado (?)


O tiro que atingiu o tenente‑general Vladimir Alekseyev, primeiro vice‑chefe do GRU, não foi apenas um ataque. Foi um aviso. O agressor esperou por ele na escadaria de um prédio no noroeste de Moscovo, disparou, fugiu e deixou atrás de si a pergunta que nenhum general russo quer formular: quem consegue chegar tão perto do coração da inteligência militar? Alekseyev parece ter sobrevivido, mas a sensação de invulnerabilidade da capital russa não.

O caso junta-se a uma série de atentados seletivos contra oficiais de topo em território controlado pelo Kremlin. Moscovo classifica-os como crimes e abre investigações, mas evita conclusões públicas sobre autoria. Em dezembro de 2024, o general Igor Kirillov, chefe das tropas de Defesa Radiológica, Química e Biológica, morre quando um engenho explosivo colocado numa scooter deflagra junto ao seu prédio em Moscovo.

Em Abril de 2025: tenente-general Yaroslav Moskalik, vice‑chefe de Operações do Estado‑Maior, foi eliminado por explosão automóvel. Dezembro de 2025: o tenente-general Fanil Sarvarov, chefe do Departamento de Treino Operacional do Estado‑Maior, foi neutralizado por uma bomba magnética. Em paralelo, multiplicam-se ataques ucranianos em solo russo: drones contra refinarias, sabotagens em depósitos, incursões em regiões fronteiriças como Kursk. A guerra deixou de ser um fenómeno distante e entrou no espaço onde o poder russo se julgava protegido.

A cronologia tem um ponto de viragem. Em 2022, Darya Dugina, jornalista ultranacionalista e filha de Alexander Dugin, morre quando o carro em que seguia explode na periferia de Moscovo, perto de Bolshiye Vyazyomy. O alvo, segundo as autoridades russas, seria o pai. A partir daí, a lista de mortes e atentados cresce. Vários oficiais desaparecem em circunstâncias que o Estado descreve como incidentes criminais ou acidentes, mas que analistas independentes consideram compatíveis com operações clandestinas. 

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Diário de Notícias 👈👈

Critérios



 

Sobre memória e mais


A narrativa do judeu como eterna vítima não funciona com as novas gerações”

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O que posso dizer é que as pessoas se sentem cada vez mais inseguras, muito inseguras. Não é possível prever os próximos dois anos, quanto mais os próximos 20. Por isso, voltam-se para uma voz supostamente forte, o populismo. E dentro dessa voz há dialetos, entre eles o antissemitismo.

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As grandes ideias, como a tolerância, como a verdade, estão a ser relativizadas. Quem se importa com o que aconteceu há quatro ou cinco anos com os rohingya? Ou há três anos com os uigures? Quem se importa com os sem-abrigo hoje?

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A reação militar de Israel é absolutamente normal, o que pode ser discutido é a dimensão dessa reação, claro. A autodefesa está no direito internacional, mas só pode ir até certo ponto, e eu ainda não entendi quais os objetivos reais e concretos do Governo de Benjamin Netanyahu. Já se passaram quase três anos, o último corpo já foi encontrado e retirado, então qual é o futuro? Não será, decerto, a Riviera de Trump.

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EXPRESSO 👈👈

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Opiniões

 No Observador 




Nas capas







 

Um poeta, um poema


 Llamé a una puerta

Esta mañana

llamé a una puerta,

quería ofrecerle

a quien me abriera

mis palabras,

mi amistad sincera.

Nadie respondió

a mi llamada,

la casa

estaba vacía

sin palomas,

sin geranios.

 

Esta mañana

llamé a una puerta,

y la niña que me abrió:

“¿Qué quiere usted, señor?

Mi mamá no está en casa.”

“Nada importante, amor,

que pasé por la calle

y entré a saludarla.

Nada importante, amor.

que vine a ofrecerle

un poema y una flor”.


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Autor: Olivier Herrera Marín

11 de fevereiro de 2026

Bangladesh


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Partido Nacionalista do Bangladesh vence eleições legislativas com maioria absoluta

Partido liderado por Tarique Rahman obteve 212 dos 300 mandatos em disputa, contra 77 da coligação liderada por Jamaat-e-Islami. "A vitória era esperada", disse um dirigente dos nacionalistas.
 

O drama continua




 Milhares de pessoas deslocadas.

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