20 de maio de 2026

No comment




 

Lei da selva


 

Recortes da Visão








 

Grandes e pequenas pedras



 

Adeus (Goodbyes)


"As despedidas são apenas para aqueles que amam com os olhos. Porque para aqueles que amam com o coração e a alma, não existe separação."

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A sua poesia inspirou a criação da Ordem Mevlevi, conhecidos como os "Dervixes Rodopiantes".


Os dervixes dançantes (ou dervixes rodopiantes) são membros da ordem muçulmana sufı Mevlevi, fundada no século XIII na Turquia pelo místico e poeta Mevlâna Celaleddin Rumi. Longe de ser apenas uma coreografia artística, a famosa dança circular é, na verdade, um ritual sagrado de meditação e adoração espiritual conhecido como Sema.

Assisti a este ritual em  Konya, na Turquia. 


Visita à China


A diplomacia da China mostra o seu poder ao mundo e assume uma centralidade que beneficia do facto da diplomacia norte-americana ser hostil até com a maioria dos seus aliados.


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Opiniões

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Nas capas







 

19 de maio de 2026

Liberdade


 

Jantar da saúde (culinária)


Peixe e batata cozidos e salada mista. 

No prato leva pimenta, azeite e sumo de limão. 


Lonely man (Solitário)


Loneliness has followed me my whole life, everywhere. In bars, in cars, sidewalks, stores, everywhere.

There's no escape. I'm God's lonely man."


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"A solidão acompanhou-me a vida toda, por toda a parte. Nos bares, nos carros, nos passeios, nas lojas, por toda a parte. Não há escapatória. Sou o homem solitário de Deus."

François de La Rochefoucauld

 FILÓSOFO MORALISTA

"Nunca somos tão felizes nem tão infelizes quanto imaginamos."


"O ciúme nasce sempre com o amor, mas nem sempre morre com ele."


"Quem vive sem loucura não é tão sábio como pensa."


"A esperança, figura charlată e evasiva, pelo menos nos conduz na vida por uma estrada melhor."


"Os velhos gostam de dar bons conselhos para se consolarem de não poder dar maus exemplos."


"Todas as paixões nos levam a cometer erros, mas o amor faz-nos cometer os mais ridículos".

Divagar

ESCRITORES 





 

Várias e curtas













 

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Clara Ferreira Alves opina

 


Cinema. Era um deslumbramento. Lembro-me de viajar para Paris e enfiar-me num daqueles cinemas minúsculos da Rive Gauche e passar o dia a ver clássicos, ou ciclos de filmes que não passavam nos cinemas comerciais. Junto com as Cinematecas, e a Cinemateca de Lisboa do João Bénard da Costa era o mais perto da perfeição que existe, os cinemas da margem esquerda ofereciam uma educação estética, e por vezes filosófica. Clássicos do grande cinema europeu, italiano, francês, alemão, nórdico (sueco, Bergman) e clássicos do grande cinema russo. A Europa, antes de ser uma união comercial e agora pseudomilitar, começou por ser uma união cultural. No princípio, a CEE e o mercado comum apostavam numa visão cultural europeia, uma identidade cultural europeia comum com base na diversidade e riqueza dos países. Muito dinheiro foi investido nesta ideia, que juntava durante um ano gente dos países europeus para participarem na discussão de ideias.

A dominação cultural americana já existia, sobretudo no entretenimento, mas a Europa enquanto projeto cultural comum tinha identidade e força intelectual. Entretanto extinta. A Europa da União Europeia é um triste conjunto de burocracia e liderança pela inoperância, camuflada pela liberdade de expressão.


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