12 de fevereiro de 2026

Um cartoon


 

Elogio da humildade


 

Maria João Avillez (podcast)

 Podcast 👈👈


Nasceu no final da segunda grande Guerra e cresceu numa família aristocrata e numa casa cheia de história e memória. O jornalismo estava-lhe no sangue. Estreou-se em televisão aos 17 anos, fundou jornais, fez rádio e entrevistou protagonistas, viveu e presenciou os grandes acontecimentos dos últimos 50 anos. Maria João Avillez é a convidada da estreia de Geração 40, o novo podcast conduzido por Júlio Isidro.



Bravo !


 

Continua grave



 

Dormir sossegado (?)


O tiro que atingiu o tenente‑general Vladimir Alekseyev, primeiro vice‑chefe do GRU, não foi apenas um ataque. Foi um aviso. O agressor esperou por ele na escadaria de um prédio no noroeste de Moscovo, disparou, fugiu e deixou atrás de si a pergunta que nenhum general russo quer formular: quem consegue chegar tão perto do coração da inteligência militar? Alekseyev parece ter sobrevivido, mas a sensação de invulnerabilidade da capital russa não.

O caso junta-se a uma série de atentados seletivos contra oficiais de topo em território controlado pelo Kremlin. Moscovo classifica-os como crimes e abre investigações, mas evita conclusões públicas sobre autoria. Em dezembro de 2024, o general Igor Kirillov, chefe das tropas de Defesa Radiológica, Química e Biológica, morre quando um engenho explosivo colocado numa scooter deflagra junto ao seu prédio em Moscovo.

Em Abril de 2025: tenente-general Yaroslav Moskalik, vice‑chefe de Operações do Estado‑Maior, foi eliminado por explosão automóvel. Dezembro de 2025: o tenente-general Fanil Sarvarov, chefe do Departamento de Treino Operacional do Estado‑Maior, foi neutralizado por uma bomba magnética. Em paralelo, multiplicam-se ataques ucranianos em solo russo: drones contra refinarias, sabotagens em depósitos, incursões em regiões fronteiriças como Kursk. A guerra deixou de ser um fenómeno distante e entrou no espaço onde o poder russo se julgava protegido.

A cronologia tem um ponto de viragem. Em 2022, Darya Dugina, jornalista ultranacionalista e filha de Alexander Dugin, morre quando o carro em que seguia explode na periferia de Moscovo, perto de Bolshiye Vyazyomy. O alvo, segundo as autoridades russas, seria o pai. A partir daí, a lista de mortes e atentados cresce. Vários oficiais desaparecem em circunstâncias que o Estado descreve como incidentes criminais ou acidentes, mas que analistas independentes consideram compatíveis com operações clandestinas. 

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Diário de Notícias 👈👈

Critérios



 

Sobre memória e mais


A narrativa do judeu como eterna vítima não funciona com as novas gerações”

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O que posso dizer é que as pessoas se sentem cada vez mais inseguras, muito inseguras. Não é possível prever os próximos dois anos, quanto mais os próximos 20. Por isso, voltam-se para uma voz supostamente forte, o populismo. E dentro dessa voz há dialetos, entre eles o antissemitismo.

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As grandes ideias, como a tolerância, como a verdade, estão a ser relativizadas. Quem se importa com o que aconteceu há quatro ou cinco anos com os rohingya? Ou há três anos com os uigures? Quem se importa com os sem-abrigo hoje?

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A reação militar de Israel é absolutamente normal, o que pode ser discutido é a dimensão dessa reação, claro. A autodefesa está no direito internacional, mas só pode ir até certo ponto, e eu ainda não entendi quais os objetivos reais e concretos do Governo de Benjamin Netanyahu. Já se passaram quase três anos, o último corpo já foi encontrado e retirado, então qual é o futuro? Não será, decerto, a Riviera de Trump.

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EXPRESSO 👈👈

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 Últimas 24 horas 




Opiniões

 No Observador 




Nas capas







 

Um poeta, um poema


 Llamé a una puerta

Esta mañana

llamé a una puerta,

quería ofrecerle

a quien me abriera

mis palabras,

mi amistad sincera.

Nadie respondió

a mi llamada,

la casa

estaba vacía

sin palomas,

sin geranios.

 

Esta mañana

llamé a una puerta,

y la niña que me abrió:

“¿Qué quiere usted, señor?

Mi mamá no está en casa.”

“Nada importante, amor,

que pasé por la calle

y entré a saludarla.

Nada importante, amor.

que vine a ofrecerle

un poema y una flor”.


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Autor: Olivier Herrera Marín

11 de fevereiro de 2026

Bangladesh



 

O drama continua




 Milhares de pessoas deslocadas.

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Recortes da Visão






 

Da culinária

Nos preparativos para a próxima refeição caseira  - vou fazer arroz de bacalhau, com o bacalhau dos pobres, paloco.

Bem confeccionado, resulta saboroso. 

Complementa-se com fruta. 


😋🙏🤭

Nas cidades e junto aos rios


Isto é no bairro da Graça, no coração da cidade de Lisboa. 
Aconteceu esta manhã. 

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Apesar de, para já, apenas o Mondego ter motivado evacuações, outras bacias hidrográficas estão sob vigilância apertada. “No Douro, no Vouga, no Tejo nada está excluído”, admite o presidente da APA, lembrando que a situação é igualmente grave em Espanha, onde “há 30 mil pessoas em risco”.

Há motivos vários





Neste momento, razões não faltam para estarmos deprimidos.

A relembrar

 


Primeiro-ministro do Canadá recebeu elogios dentro e fora de portas com o seu discurso "corajoso" e "poderoso" sobre a estratégia para lidar com o declínio da "ordem baseada em regras".

Carney disse que a “velha ordem não vai voltar” e saiu de Davos como figura das “potências médias”
Um ano depois de Donald Trump ter regressado à Casa Branca e implementado uma estratégia de política externa que está a fazer estremecer os alicerces da ordem internacional e das políticas de alianças que marcaram os últimos 80 anos, a pergunta entre analistas, académicos e comentadores políticos continua a ser a mesma: como é que as democracias liberais devem lidar com o “autoritarismo competitivo” promovido pelo Presidente dos Estados Unidos?


PÚBLICO 👈👈








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