7 de abril de 2026

Da culinária caseira

Hoje ao jantar  -  há sopa, meloa e/ou queijo. 


🙏🤭🙏


Clara Ferreira Alves opina



Não admira que um presidente americano use a sua rede social para insultar os inimigos, chamando-lhes escumalha, e não admira que do outro lado esteja uma opinião pública que deseja a vitória dos seus inimigos

Nas guerras americanas nunca aconteceu isto. Há nos comentários dos jornais online e em diversos vazadouros das angústias e ressentimentos contemporâneos um texto subliminar, mais o trolling do costume com fins políticos, tudo muito abaixo da consciência para não causar espavento, uma tonalidade de admiração e reforço do regime iraniano nesta guerra. É como se a derrota e humilhação da América e a vitória do Irão e dos ayatollahs fossem um desiderato universal.

Até no probo “Financial Times”, que deixou de ter comentários em muitas notícias, as caixas de comentários estão cheias de ruídos e rugidos em que o Irão aparece como a vítima de uma superpotência sanguinária. E os ataques do Irão aos países árabes, convém recordar que os iranianos não são árabes, é saudado como uma consequência legítima dos ataques de Israel e dos Estados Unidos.

No Afeganistão, ninguém fez de cheerleader dos talibãs, e no Iraque, nas duas guerras do Golfo, ninguém defendeu Saddam Hussein. Na Líbia, ninguém apareceu nos media a defender Kadhafi em processos subliminares ou outros, e quanto ao Vietname, Ho Chi Minh era um chefe respeitável e um diplomata, a par de formidável estratego, mas nunca os media anglo-saxónicos ousaram atacar as tropas americanas para defender os combatentes vietnamitas. Os tempos eram outros, e a interatividade não era possível, felizmente.

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OMG


Lindo Alentejo

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6 de abril de 2026

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Bom e mau


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Capaz de horrores e de ações sublimes,

Não ficas das virtudes satisfeito,

Nem te arrependes, infeliz, dos crimes:


E, no perpétuo ideal que te devora,

Residem juntamente no teu peito

Um demônio que ruge e um deus que chora.


Olavo Bilac

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5 de abril de 2026

Graça Morais expõe



A exposição "Graça Morais — Uma Antologia" está patente no Palácio Anjos em Algés até 16 de agosto, apresentando mais de 170 desenhos e pinturas da artista transmontana de 78 anos. Destaque para o tríptico "Auto-Retrato?" (2002) e a homenagem aos presos políticos da Prisão de Caxias. A mostra revela 50 anos de carreira de uma das mais importantes pintoras portuguesas, com obras que abordam temas como violência doméstica, guerras e a beleza da natureza, numa reflexão política e social sobre a atualidade.

Resumo gerado por IA

Notícia d'AQUI 👈👈

Levanta a sua voz


O Papa pediu àqueles que têm o poder de desencadear guerras que escolham a paz.

"Neste dia de celebração, abandonemos todo desejo de conflito, dominação e poder, e imploremos ao Senhor que conceda a sua paz a um mundo devastado por guerras", disse.

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The pope called on "those who have the power to unleash wars" to choose peace.

"On this day of celebration, let us abandon every desire for conflict, domination and power, and implore the Lord to grant his peace to a world ravaged by wars" he said. 

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Decoração em casas particulares

Na Semana Santa há quem ponha arranjos simbólicos à porta de entrada.