23 de setembro de 2026
Piorou
Diário de Notícias
Um relatório publicado esta semana refere que Portugal recuou nos últimos cinco anos em indicadores da qualidade democrática. O Global State of Democracy 2026 coloca-nos entre os países europeus que mais desceram no que toca à credibilidade das eleições e às liberdades civis, incluindo a liberdade de expressão e a liberdade de imprensa. Como nenhum relatório esgota a realidade, fui procurar mais dados. Fui dar com o V-Dem (Varieties of Democracy), da Universidade de Gotemburgo. Também este, no estudo de 2026, coloca-nos, pela primeira vez, na "watchlist" de países em risco de autocratização.
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22 de setembro de 2026
Hoje na ONU
"O direito internacional foi descartado. As divisões geopolíticas aprofundaram-se. As desigualdades intensificaram-se. A confiança desgastou-se. A crise climática passou de um alerta longinquo para uma realidade diária. E a inteligência artificial avançou a uma velocidade que apanhou de surpresa até mesmo aqueles que a criaram", apontou.
"Não são crises isoladas. São capítulos da mesma história. A história do poder. Quem o detém. A quem é negado. Como é utilizado. E como está a mudar", acrescentou o líder da ONU.
Planta rara
O dragoeiro deve o seu nome à cor da sua seiva, que depois de oxidada por exposição ao ar forma uma substância pastosa de cor vermelho vivo que foi comercializada na Europa com o nome do sangue-de-dragão ou drago. O sangue-de-dragão atingia elevados preços, sendo a sua origem conservada no mistério por muito tempo. Era utilizado em fármacos (sob o nome de sanguis draconis) e em tinturaria, constituindo nos tempos iniciais de povoamento europeu da Macaronésia, em especial das Canárias, um importante produto de exportação.
Wikipédia
RIP, Jorge Palma
Foto: Visão
"Nascido em Lisboa, Jorge Palma conhecia o pulsar desta cidade como ninguém", lê-se na mensagem do autarca, sublinhando que Palma "dedicou-lhe acordes, madrugadas e uma honestidade desarmante que nos ensinou a rir dos dias errados e a abraçar o recomeço em cada 'Primeiro Dia'".
"Foi o músico de rua em Paris, o mestre do Conservatório, a voz rebelde e livre que nunca se cansou de defender a cultura e a liberdade. Lisboa chora hoje um dos seus filhos mais brilhantes, mas a sua música — essa — permanece connosco, tatuada na alma de Portugal".


















































