24 de abril de 2026

23 de abril de 2026

Sinal positivo


 Se for cumprido...

LÉGION D'HONNEUR


"Um soldado lutará bravamente por um pedaço de fita colorida".

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‘A soldier will fight long and hard for a bit of colored ribbon’.

Napoleão Bonaparte 

Oferta


Estou grata: deram-me esta caixa de morangos. E cheira tão bem .


Há outros Estreitos

 A geografia das complexidades



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A importância de Malaca é gigantesca, frisou a publicação ‘El Economista’. No seu ponto mais estreito, o canal tem apenas 2,7 quilómetros de largura, o que o torna ainda mais estreito do que Ormuz. Ao mesmo tempo, é muito mais longo, com uma extensão entre 800 e 900 quilómetros. Por ali passa cerca de 40% do comércio mundial, incluindo uma parte central dos fluxos de petróleo vindos do Médio Oriente para economias asiáticas como China, Japão e Coreia do Sul.


Os números ajudam a perceber a dimensão do risco. Pela rota de Malaca circulavam, na primeira metade de 2025, cerca de 23,2 milhões de barris diários de petróleo, acima dos 20,9 milhões que passavam por Ormuz. O corredor não é relevante apenas para os combustíveis fósseis: aproximadamente metade de todo o comércio marítimo ligado a tecnologias de energia limpa também passa por ali.


É por isso que o estreito surge como um ponto tão sensível num cenário de tensão crescente entre Estados Unidos e China. Patrulhado pela Sétima Frota americana, Malaca há muito que é visto por Pequim como uma vulnerabilidade estratégica em caso de conflito. Esse receio ficou conhecido como o ‘dilema de Malaca’, expressão usada para descrever a forte dependência chinesa deste corredor marítimo para abastecimento e comércio.

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Memórias de longuíssima data .

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Um alerta do cardeal Tolentino de Mendonça 



Nas capas








 

22 de abril de 2026

Henrique Monteiro opina


No final da semana passam 52 anos sobre o 25 de Abril de 1974. Muitas coisas boas aconteceram, muitas mais do que os muitos erros. Na época tinha 17 anos, era mais ou menos maoista (tanto quanto se pode ser nessa idade) e, ainda hoje, me acusam disso (alguns deles eram seminaristas ou sacristães e não são hoje padres; outros viviam calados com a opressão e hoje são heróis da sua imaginação). Enfim, não me queixo, mas registo que a mudança mais lenta de fazer é a das mentalidades. Anda por aí muito salazarista que nem dá por isso...

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IRÃO

Acho que não escrevo mais sobre o que se passa no estreito, no Irão, no Sul do Líbano, naquela região toda, até perceber o que lá se passa. Se calhar isso quer dizer nunca... mas não prometo.

No Expresso 👈👈

Já pronto (culinária)

Aquilo que me deram   👈👈

Já foi cozinhado e ficou assim:

Com legumes salteados.


Recortes da revista Visão





 

Beligerância


O que mudou desde a última vez que Estados Unidos e Irão se encontraram? A urgência, argumentam os analistas ouvidos pelo Expresso. As eleições para o Congresso norte-americano começam a ser uma dor de cabeça para Trump, que enfrenta um Irão seguro dos seus trunfos n
egociais.

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Num texto publicado no Telegram e reproduzido pela agência de notícias Fars, associada à Guarda Revolucionária (IRGC), uma alta patente da IRGC disse que os militares iranianos foram capazes de levar Israel e os Estados Unidos “ao desespero e à exaustão, obrigando-os a solicitar desesperadamente um cessar-fogo”, o que demonstra a visão do conflito que esta poderosa força quer “partilhar” com o povo. “Os líderes do Irão acreditam que demonstrar fraqueza sob pressão apenas atrai mais pressão. A sua resistência decorre menos da confiança e mais da necessidade de preservar a dissuasão, a legitimidade interna e a sobrevivência do regime”, diz Ali Vaez. “Eles compreendem claramente os danos que os Estados Unidos podem infligir. Mas temem mais capitular do que parecer beligerantes”, acrescenta.

O próprio ministro dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi, disse na segunda-feira, que as “declarações, ações e exigências excessivas” dos Estados Unidos sinalizam a “falta de seriedade de Washington em relação à diplomacia”, retirando qualquer expectativa a esta nova ronda prevista para Islamabade.

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