Como um rio correm os dias e este espaço é uma margem onde deito pedrinhas à água.
No Observador
Luís Montenegro nunca correu riscos de assumir
uma agenda reformista, sempre preferiu gerir
o dia-a-dia e tratar de se aguentar no
poder. Mendes era o candidato ideal desse
calculismo, e naufragou.
Os que rejeitam a divisão entre a direita e a
esquerda dizem que a segunda volta será
entre moderação e o radicalismo. Mais uma
vez, não brinquem, ou será que Seguro
não tem radicais a apoiá-lo?
Também o canto da tecnologia nos promete
controlo, domínio e conhecimento sobre o
mundo, mas é uma promessa falsa que se
transforma em pesadelo. E vemos como o mundo
se degrada, e rapidamente.
Uma das coisas a reter das eleições é a
reconfiguração do espaço político da direita
portuguesa. Outra mais importante
pois explica a primeira, é a capacidade
de usar de forma efetiva as redes sociais.
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