“Nós”, os bons, "eles", os péssimos
O deslumbramento tecnológico faz-nos esquecer que nenhuma tecnologia prosperou pelos seus próprios avanços e inovações, mas sim pelo seu uso social.
O mecanismo fundador do populismo é a separação entre “nós” e “eles”. Essa separação encontra muitas formas de se transfigurar — de um lado o “povo”, do outro a “elite”, a “bolha mediática” versus o sentimento “popular” — e algumas destas dicotomias encontram acolhimento fora do mundo do populismo. Já ouvi jornalistas a falarem da “bolha”, e minimizarem o seu papel ao admitirem criticamente que fazem parte da dita “bolha”.
***
No Público 👈👈



Sem comentários:
Enviar um comentário