14 de setembro de 2010
10 de setembro de 2010
Please don't
3 de setembro de 2010
Laço aberto
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te amar me faz feliz
o amor é um laço aberto
muito perto tiro certo
esperando alguém cair
se iludir se ferir
o amor é desse jeito
manhoso safado e gostoso demais
o amor é um prato quente atraente envolvente
esperando alguém servir engolir repetir
seu amor é um jeito bom de viver
eu não vou te esquecer nunca mais.
Laço aberto - Sandro Lúcio
Já se acabaram as noites de esplanada com muita música ao vivo, sobretudo popular brasileira.
Foi no Algarve e para o ano há-de haver mais, se Deus permitir.
te amar me faz feliz
o amor é um laço aberto
muito perto tiro certo
esperando alguém cair
se iludir se ferir
o amor é desse jeito
manhoso safado e gostoso demais
o amor é um prato quente atraente envolvente
esperando alguém servir engolir repetir
seu amor é um jeito bom de viver
eu não vou te esquecer nunca mais.
Laço aberto - Sandro Lúcio
Já se acabaram as noites de esplanada com muita música ao vivo, sobretudo popular brasileira.
Foi no Algarve e para o ano há-de haver mais, se Deus permitir.
15 de agosto de 2010
30 de julho de 2010
29 de julho de 2010
Imagens que falam por si
28 de julho de 2010
27 de julho de 2010
Salomónico

No meu leito nas noites busquei
o que amou a minha alma
busquei-o e não o achei.
Levantar-me-ei agora e vaguearei
pela cidade, pelas praças, lugares amplos
hei-de buscar o que amou a minha alma,
busquei-o e não o achei.
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Um rabino chamado Akiba disse que "o dia em que foi composto o Cântico dos Cânticos valia mais do que qualquer coisa deste mundo".
19 de julho de 2010
Azul e verde
13 de julho de 2010
8 de julho de 2010
Meu pedaço

Meu pedaço de azul de há tantos anos!
Lugar de dias alegres e de outros menos bons, solitários até.
Onde sempre me reencontro com a vontade de continuar a perseguir sonhos.
É aqui que me confronto comigo e com a beleza do mundo, é aqui que defino objectivos e me concilio com a vida.
Aqui colho a serenidade que me rege os dias.
7 de julho de 2010
3 de julho de 2010
Contentamento descontente

Porque sempre vamos querer mais, cada contentamento é descontente.
Porque olhando à nossa volta, muitas vezes nos sentimos uns privilegiados, fazemos as férias possíveis, absorvemos tudo de bom ou de belo que não tem custos e cuidamos das flores no nosso modesto jardim. Pelo nosso lado, o mar por perto também é indispensável.
Faz-se por que cada breve momento seja de serenidade e paz, polvilhado de um pouco de alegria.
29 de junho de 2010
Impossível é nada
11 de junho de 2010
4 de junho de 2010
Contudo
23 de abril de 2010
Na margem outra vez

Depois de tanto tempo ausente daqui, volto a esta minha margem.
E à margem do Tejo. Onde estive há pouco e está escrito:
O rio da minha aldeia
não faz pensar em nada.
Quem está ao pé dele
só está ao pé dele.
A minha aldeia é Lisboa e vou muito para a margem do rio. Estou ao pé dele, encanta-me, mas deixa-me pensar em muitas coisas. Observo, penso.
Deu-me hoje para pensar em como ficamos velhos. E cheguei a algumas conclusões breves, não exaustivas de como e quando ficamos velhos:
- quando atar os sapatos, cortar as unhas dos pés, mudar uma lâmpada começam a ser tarefas difíceis,
- quando as nossas preocupações são as lides domésticas, as consultas e os exames médicos, a conta da farmácia e o poupar tostões para que o dinheiro chegue ao fim do mês,
- quando temos o guarda-roupa cheio e nos arranjamos para sair, temos sempre um ar démodé, um cheiro a naftalina e a passado,
- quando tiramos o passe social da 3ª idade e perdemos horas nas paragens dos transportes ou as queimamos sem destino e sem objectivo,
- quando fazemos balanços à vida e sentimos sempre que ela nos foi madrasta e se esvaiu em três tempos,
- quando falamos com estranhos sempre que possível porque os laços íntimos e próximos se nos foram quebrando e sentimos ainda - e sempre - a necessidade de atenção, pertença e estima,
- quando olhamos as fotografias que estão nas molduras e elas a fitar-nos amarelecidas, cobertas por uma ténue cortina de tempo passado,
- quando, de repente, começa a bater-nos no pensamento, como uma obsessão inelutável, o poema "a vida é ai que mal soa",
Aí sabemos, de um saber profundo, como é triste ser velho - em qualquer lado. Mais ainda, talvez, na cidade grande...
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