OPINIÃO
O silêncio, a lavagem ou a relativização de ilegalidades graves, como a ocupação da Palestina, a invasão da Ucrânia ou o rapto de Maduro, revelam um ciclo perverso. As pessoas, os políticos, os países calam-se porque têm medo do que pode acontecer se falarem, mas ao fazê-lo tornam possível precisamente aquilo que temem. É quase como se a cobardia criasse as suas próprias condições de existência: cada silêncio torna o próximo silêncio mais necessário, porque a situação fica mais perigosa. Mas fica mais perigosa porque houve silêncio.
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No Público 👈👈


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