VISÃO DO DIA - 5 Maio 2023
Miguel Carvalho
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Como um rio correm os dias e este espaço é uma margem onde deito pedrinhas à água.
VISÃO DO DIA - 5 Maio 2023
Miguel Carvalho
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Na Sainte-Chapelle de VINCENNES
“Árvore da Vida” emerge das suas raízes também carregadas de cor, numa palete que, além do fogo, varia entre o preto e o dourado. “São as cores essenciais do núcleo da terra”, explica a artista que a semeou. É Joana Vasconcelos, num vestido do mesmo dourado feito à medida, camuflando-se e integrando discretamente a peça como se de parte dela se tratasse – e não é a artista parte da arte que cria?
Texto e foto: no Expresso Diário
O primeiro deles suscita-me reservas: é uma coisa muito séria para se dizer a alguém.
Quando se classifica como segredo de Estado o plano de reestruturação de uma empresa, o modo como foi despedida uma administradora, ou as discussões que houve a esse respeito, penso que há pelo menos um, ou mais, crimes graves: a opacidade e a falta de transparência com que o Governo brinda os seus cidadãos.
Henrique MonteiroCadeiral do Mosteiro de Tibães (Braga), onde o nosso Governo está reunido hoje.
Oxalá seja inspirador de grandes ideias políticas.
Muito aprecio as autênticas obras de arte em ferro forjado, em janelas, portas e portões que tenho observado em vários locais mas, maioritariamente, na Península Ibérica.
No Observador
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O ministro, personalidade assanhada, gerador de polémica que evocou o SIS como se o SIS não fosse o SIS, continua ao leme de um dossier trágico. Porquê? | |||
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No Expresso Curto
Especial Galambagate:
“Sem boa economia é difícil haver boa política. Mas haver alguma boa economia pode não ser suficiente para haver boa política”
Marcelo, num direto à cara de António Costa.
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PM E PR ESTIVERAM REUNIDOS ESTA TARDE.
HÁ REMODELAÇÃO OU GOVERNO CAI ?
No Expresso Economia
“Fazemos, pelo menos, o que tem sido suficiente e reconhecido para garantir que todos os anos, ano após ano, ao longo destes anos os nossos pareceres são sempre aprovados, isto é, a torneira dos dinheiros europeus não fecha. Porque é isso que está em causa se não fizermos um parecer, ou se não dermos um parecer positivo, se classificarmos o sistema de controlo, digamos, a um nível inferior, corre-se o risco de suspensão de pagamentos no momento seguinte”.
Estas declarações foram proferidas na subcomissão parlamentar de acompanhamento dos fundos europeus e do PRR, pelo Inspetor Geral de Finanças, em setembro. O parecer que, então, permitiu a Portugal pedir mais um cheque à bazuca europeia está agora envolto em polémica. O Ministério das Finanças escondeu-o durante cinco meses. A oposição exige o acesso a toda a documentação.
😥😳😓
Em Portugal, apenas a área metropolitana de Lisboa tem um PIB per capita (em paridades do poder de compra) próximo da média da União Europeia – embora esteja em declínio. O Algarve e a Madeira oscilam em torno dos 75% da média europeia. Mas em todas as outras regiões portuguesas, o PIB per capita é igual ou inferior a 70% da média da União. E o Norte e o Centro, apesar de apresentarem taxas de crescimento superiores à média europeia, nem por isso estão a conseguir sair da verdadeira armadilha da estagnação num nível de rendimento que as classifica como regiões atrasadas (inferior a 75%). Igualmente preocupante é o facto de, com exceção de Lisboa e do Algarve, todas as regiões portuguesas estarem a perder população.
ELISA FERREIRA
Comissária europeia para Coesão e Reformas desde 2019
Eu, dar flor, já não dou. Mas vós, ó flores,
Pois que Maio chegou,
Revesti-o de clâmides de cores!
Que eu, dar, flor, já não dou.
Eu, cantar, já não canto. Mas vós, aves,
Acordai desse azul, calado há tanto,
As infinitas naves!
Que eu, cantar, já não canto.
Eu, Invernos e Outonos recalcados
Regelaram meu ser neste arrepio…
Aquece tu, ó sol, jardins e prados!
Que eu, é de mim o frio.
Eu, Maio, já não tenho. Mas tu, Maio,
Vem com tua paixão,
Prostrar a terra em cálido desmaio!
Que eu, ter Maio, já não.
Que eu, dar flor, já não dou; cantar, não canto;
Ter sol, não tenho; e amar…
Mas, se não amo,
Como é que, Maio em flor, te chamo tanto,
E não por mim assim te chamo?
jornal PÚBLICO
João Miguel TavaresO Portugal que hoje critica as tristes figuras de Galamba ou de Medina é o mesmo Portugal que tem mostrado uma complacência estapafúrdia para com a presença de antigos socratistas na esfera do poder.
No Observador
O desgoverno do PS
Manuel Villaverde Cabral
A «vocação de poder» do PS é, porém, estritamente limitada a ocupar os ofícios de «funcionário político», conforme disse Max Weber há mais de um século: «Os políticos profissionais não têm vocação».
No PÚBLICO
Ricardo Paes Mamede