Milhares de pessoas cruzaram esta quinta-feira (30 de julho) ilegalmente, a nado, a fronteira entre Marrocos e Ceuta, com outros milhares a aguardar a sua vez para fazer o mesmo.
A Guardia Civil espanhola parece incapaz de lidar com esta vaga de migração, procurando apenas ajudar os feridos, segundo a imprensa espanhola.
O presidente regional de Ceuta, Jesús Vivas, descreveu a situação como uma "emergência humanitária e social absoluta" e exigiu que o executivo espanhol acionasse o "estado de emergência nacional"
O ministro do Interior, Fernando Grande-Marlaska, viaja esta sexta-feira (31 de julho) para a cidade autónoma para analisar a situação.
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