25 de março de 2026
Objectivos diferentes
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“Os sauditas, como os outros Estados do Golfo, não querem viver ao lado de um regime iraniano radical reconstituído, que depressa ressuscitaria os seus programas nucleares e de mísseis e procuraria vingar-se da Arábia Saudita pelo seu apoio aos EUA”, refere Jamie Shea, ex-vice-secretário-geral-adjunto para os Desafios Emergentes de Segurança da NATO, em declarações ao Expresso.
O Irão já utilizou os hutis no Iémen para atacar refinarias de petróleo sauditas. “Se não houver mudança de regime no Irão, os sauditas temem que os EUA e Israel retomem os bombardeamentos ao Irão dentro de um ou dois anos — já estamos a viver a segunda ronda —, e que a agonia económica e financeira para as monarquias do Golfo continue”, realça Shea. Por isso, poderão preferir que os EUA e Israel completem o trabalho e criem o que Salman descreve como “um novo Médio Oriente”.
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No Expresso 👈👈
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Para o líder do Governo espanhol, a guerra está só a destruir a legalidade internacional, a desestabilizar o Médio Oriente ou "a enterrar Gaza nos escombros do esquecimento e da indiferença" e aquilo que conseguiu até agora foi substituir uma liderança iraniana por outra "ainda mais sanguinária", beneficiar a Rússia e enfraquecer a Ucrânia, com Moscovo a beneficiar do levantamento de sanções, e perturbar a economia mundial.
"Isto é um desastre absoluto. Calar perante uma guerra injusta e ilegal não é prudência ou lealdade, é um ato de cobardia e de cumplicidade", afirmou.
24 de março de 2026
Registo histórico
Da História 👈👈
Aqui explica-se o que conta a História sobre o Sionismo, a fundação do Estado de Israel e o papel destes dois homens.
Opina Clara Ferreira Alves
No Expresso 👈👈
Esta é uma crónica populista. Era para escrever sobre uma cidade que cheira a nostalgia e guerra chamada Beirute, uma cidade para onde viajei a primeira vez nos anos 80, em plena guerra civil, mas a ‘Pluma’ vai sair sobre um tema caseiro e comezinho. E datado, ao tempo em que esta crónica será publicada. Culpem os fechos antecipados, a crónica fica.
Naquela manhãzinha já distante abri o computador e li que o Mário Centeno, antigo ministro das Finanças, 2015-2020, antigo quadro socialista que transitou entre a academia, o Banco de Portugal e altos cargos políticos nacionais e internacionais, tendo sido presidente do Eurogrupo entre 2018 e 2020, era mais uma vítima do “sistema”. Para os socialistas. Reformado antecipada e abruptamente aos 59 anos, com o cargo que desempenhava no Banco de Portugal, consultor da Administração, em vias de extinção. Não era o único, a administração do Banco de Portugal teria seis consultores, seis, porque uma administração para ser uma boa administração necessita da maior ajuda possível, e nada como um cargo adjacente, bem remunerado e confortável, aquilo a que se chamava uma prateleira doirada, para assegurar os serviços. A consultoria ficou muito em moda em Portugal, é uma profissão de prestígio e subjetiva utilidade à qual apenas se tem acesso pela rede de boas conexões e por uma extensa filiação em lóbis que mais do que serem grupos de pressão são núcleos de influência partidária e pessoal.
Recapitulando, seis consultores. Todos com extensos benefícios porque o Banco de Portugal é generoso com a sua população, ao contrário de Portugal. Não confundir o banco com o país. Centeno, que decidira não ser candidato à Presidência da República depois de ter sido apontado como tal, e de não ter entrado no Banco Central Europeu, vulgo BCE, estaria sentado como consultor da nova administração e do novo governador, Álvaro Santos Pereira. Até ser removido, pagando o Banco de Portugal ao Fundo de Pensões, ou lá o que é, dinheiro suficiente para que a reforma não fosse, não direi de miséria que nunca seria, mas, digamos, insuficiente.
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Longo alcance
Irão mostra que há cidades da Europa ao alcance dos seus mísseis.
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O Irão demonstrou que os seus mísseis balísticos podem atingir alvos além do Oriente Médio com um ataque planejado contra uma ilha remota no Oceano Índico que abriga uma base militar conjunta dos Estados Unidos e do Reino Unido (Diego Garcia).
23 de março de 2026
Confissão
Será ?
O Irão quer um acordo, que pode ser alcançado em até cinco dias ou menos. É o que afirmou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta segunda-feira (23) em entrevista à Fox News.
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