25 de março de 2026

Objectivos diferentes


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“Os sauditas, como os outros Estados do Golfo, não querem viver ao lado de um regime iraniano radical reconstituído, que depressa ressuscitaria os seus programas nucleares e de mísseis e procuraria vingar-se da Arábia Saudita pelo seu apoio aos EUA”, refere Jamie Shea, ex-vice-secretário-geral-adjunto para os Desafios Emergentes de Segurança da NATO, em declarações ao Expresso.

O Irão já utilizou os hutis no Iémen para atacar refinarias de petróleo sauditas. “Se não houver mudança de regime no Irão, os sauditas temem que os EUA e Israel retomem os bombardeamentos ao Irão dentro de um ou dois anos — já estamos a viver a segunda ronda —, e que a agonia económica e financeira para as monarquias do Golfo continue”, realça Shea. Por isso, poderão preferir que os EUA e Israel completem o trabalho e criem o que Salman descreve como “um novo Médio Oriente”.


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No Expresso 👈👈


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Para o líder do Governo espanhol, a guerra está só a destruir a legalidade internacional, a desestabilizar o Médio Oriente ou "a enterrar Gaza nos escombros do esquecimento e da indiferença" e aquilo que conseguiu até agora foi substituir uma liderança iraniana por outra "ainda mais sanguinária", beneficiar a Rússia e enfraquecer a Ucrânia, com Moscovo a beneficiar do levantamento de sanções, e perturbar a economia mundial.


"Isto é um desastre absoluto. Calar perante uma guerra injusta e ilegal não é prudência ou lealdade, é um ato de cobardia e de cumplicidade", afirmou.


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