Como um rio correm os dias e este espaço é uma margem onde deito pedrinhas à água.
No Observador
Um denso nevoeiro baixou sobre o mundo onde
costumávamos viver. O de ontem. E quem diria
que tal como Stephan Zweig eu poderia vir
um dia a dizer com alta
verosimilhança, o meu “mundo de ontem”?
É tempo de voltar ao ginásio da realidade.
Este mundo que se anuncia não respeita
quem se refugia em abstrações enquanto
os outros fazem contas, estabelecem
alianças e treinam os bíceps.
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