A Nova Ordem (de Hitler a Trump)
Perguntada anteontem se a UE entendia que o ataque militar dos EUA à Venezuela foi “uma intervenção, uma invasão, um ato de agressão, um golpe externo?”, a porta-voz da Comissão Europeia recusou-se a discutir a “terminologia” dos acontecimentos, e criticar ou condenar Trump. “Não creio que isso seja relevante” (PÚBLICO, 6/1/2026 ). O tom foi o mesmo entre os governos da UE, desde o chanceler alemão (para quem a questão legal é “complexa”) até Paulo Rangel, que não só encontra “intenções benignas” em Trump, como, jurista que é, precisava ainda assim de falar com “os seus "homólogos na Europa e os EUA, no sentido de ter uma visão mais completa da situação" para poder definir o ataque à luz do Direito Internacional.
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