A pressão para acelerar é enorme.
A inteligência artificial tornou-se um campo central da competição geopolítica entre grandes potências, em particular entre os Estados Unidos e a China. Nenhum país quer ficar para trás.
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Talvez não seja exagero admitir que um dia possamos assistir a um “momento Chernobyl” da inteligência artificial, um episódio que revele de forma dramática os perigos de uma tecnologia que avançou mais depressa do que a capacidade de a regular.
Ainda estamos a tempo de evitar esse cenário. Mas para isso é necessário reconhecer uma realidade simples: quanto maior é o poder de uma tecnologia, maior deve ser também a responsabilidade com que a desenvolvemos e utilizamos.


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