5 de março de 2026

RIP António


 RIP
Viveu, sentiu, pensou e contou muito da alma humana, da sua e da dos outros. 

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A infância, os irmãos, os pais, o avô, os amigos, as mulheres. Todas as mortes. Os amores. África e os seus lutos... A inexplicável vontade de escrever.
De tudo isto nos foi falando, com mestria. 

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