3 de março de 2025

Provérbios




 

Opiniões

 No Observador 

Fotografia do Colunista
João Carlos Espada

Trump/Vance contra Churchill, a Europa, o Ocidente

Aquilo a que Churchill chamou 

a nossa ‘civilização liberal’ do

Ocidente deve continuar a 

merecer a nossa lealdade.



Fotografia do Colunista
José Manuel Fernandes

Deve a Europa tentar reconciliar-se com Trump? Não

Trump só escutará os

 europeus se os vir como

 fortes, não como pedintes

 em busca de um perdão

 para um Zelensky que, aos

 olhos do Mundo, é a

 segunda vez que mostra

 como um David pode

 desafiar um Golias.

Silêncio perpétuo (poema)













A partir desta data,

Aquela mágoa sem remédio
É considerada nula
E sobre ela, silêncio perpétuo.


Paulo Leminski

2 de março de 2025

Mais um poema

 Razão de ser



Escrevo. E pronto.

Escrevo porque preciso

preciso porque estou tonto.

Ninguém tem nada com isso.

Escrevo porque amanhece.

E as estrelas lá no céu

Lembram letras no papel,

Quando o poema me anoitece.

A aranha tece teias.

O peixe beija e morde o que vê.

Eu escrevo apenas.

Tem que ter por quê?


Paulo Leminski

Jardim

 















Jardim da minha amiga

todo mundo feliz
até a formiga

Pensamentos sábios

 





Hoje é com lareira

A temperatura à noite baixa para 8/9 °C.

Sabe bem acender o lume.


Arroz de polvo

















 (octopus)  😜

Destrucción mutua - poema

 


LA COSA ROJA

Cuando compramos esa casa amarilla
y la pintamos de rojo,
nos hicimos una foto en la puerta
que enviamos a toda la familia,
a todos los amigos.
Pero yo también envié un mensaje secreto
donde escribí:. 
destrucción mutua asegurada.


Aroa Moreno Durán 

in Todavía una noche

Opiniões

 No Observador 

Fotografia do Colunista
André Abrantes Amaral

De Gaulle adoraria estar vivo agora

Em 2025, e depois do cisma

de Trump na aliança

atlântica, a Europa tem

a possibilidade de

estabelecer uma

diplomacia quadrangular:

EUA, Rússia, China e União

Europeia.

Fotografia do Colunista
Miguel Tamen

Notas do Metropolitano

Andar a pé tem a fama de

ser uma manifestação de

liberdade. O

metropolitano sugere 

ao invés que vamos para

onde vamos às escuras 

e sem cenário.

Fotografia do Colunista
Tiago de Oliveira Cavaco

A Tia Rute morreu há dez anos

Não cresci num ambiente

 em que sentir-se amado

 depende de muitos elogios

 ou mimos, antes sobretudo

 da presença fiel e

 constante daqueles que

 cuidam de nós. Sei que 

 sou um privilegiado por

 causa disso.

Fotografia do Colunista
Dantas Rodrigues

Onde a inércia reina a justiça sofre

A revisão das normas de

 prescrição sob uma

 perspetiva de direitos

 humanos afigura-se

 essencial para garantir

 que o tempo se não torne

 um aliado da impunidade.

Um livro

 Um livro que continua actual
















👆👆👆

***

As referências literárias abundam, assim como as científicas e as históricas, e até, como já vimos, as pessoais – porque cada um tem a sua própria guerra –, ao lado de reflexões mais ensaísticas. Como esta, que descreve como o impulso de guerra não é separável das condições socioeconómicas e da manutenção do poder: “Durante todo o século XX, ficou claro que o padrão de vida dos países industrializados não pode ser multiplicado pela população total do mundo. Criámos uma maneira de viver que terá de ser sempre limitada a uma pequena minoria. Esta minoria pode ser constituída por uma vasta classe média num pequeno grupo de países e uma reduzida classe alta nos restantes. Os membros reconhecem-se entre si pelo poder de compra. Têm um interesse partilhado em conservar os seus privilégios - se necessário, pela força. (...) A situação de violência global é o núcleo duro da nossa existência.”

O que diria o autor sobre o mundo tal como hoje se desenha? Se não lhe podemos perguntar, pois Lindqvist morreu em 2019, a última frase do livro - “E do que ainda está para vir” - serve de resposta, aludindo a um movimento bélico, cíclico e circular que nos obriga a olhar para um dos fragmentos iniciais, situado em maio de 1940, quando Churchill deu ordem para bombardear a Alemanha.


Luciana Leiderfarb

Expresso 

O Padrinho - OPINIÃO

RECORTE DE IMPRENSA


 

O Padrinho, Parte II

Na véspera da visita do Presidente Zelensky à Casa Branca, a capa da revista The Economist inscrevia a negro sobre fundo vermelho o seguinte título: “The Don’s New Wold Order”. Na imagem da prestigiada revista, célebre pela qualidade das suas capas, o vulto a negro de Donald Trump, com o seu inefável boné Maga, seguido por alguns outros vultos sombrios dos mais conhecidos autocratas que hoje pululam no mundo, o primeiro dos quais o chefe da velha “família” de rivais que resolveu unir forças com o “inimigo” para tomar conta do bairro.

***

No PÚBLICO

1 de março de 2025

Leitores do blogue

 Nas últimas 24 horas 


       



   




 







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A calúnia

 


Passeio, compras, café


















Uma tarde de sábado muito movimentada. 

O DELFIM *

 





* Título do filho primogénito dos reis da França.

Uma história da América


















***

Daqui por dois ou três séculos, os historiadores conseguirão traçar uma história da América percorrendo os inimigos na ficção de grande consumo.

Primeiro foram os peles-vermelhas, depois os gângsteres tipo Al Capone, vieram os nazis e logo a seguir os soviéticos. No final do século XX, começamos a ter presença dos gangues de latinos nas cidades e dos regimes ditatoriais e dos traficantes de droga de repúblicas imaginárias da América Latina, seguido de agentes perdidos da antiga cortina de ferro.

Mais tarde, usaram-se abundantes mercenários saídos das guerras na antiga Jugoslávia, o Islão de Saddam primeiro e o de Bin Laden depois, bem como o Daesh, nunca esquecendo em várias fases os doidos megalómanos da tecnologia, os tecnoczares de tipo Elon Musk e os mafiosos de raiz italiana instalados sobretudo em Nova Iorque e arredores.

Pelo meio, mas com menos frequência do que talvez pudéssemos imaginar, o inimigo oriental, fosse chinês, japonês (as tríades) e norte-coreano, ainda que ultimamente os chineses sejam menos visados porque (dizem os passarinhos) há muito capital chinês investido em plataformas e estúdios de Hollywood e seria insensato chamar-lhes inimigo.

***

Opiniões

 No Observador 

Fotografia do Colunista
José António Rodrigues do Carmo

Quem não sabe História está condenado a repeti-la

Acabar a guerra é fácil. 

Foi a Rússia que a desen-

cadeou, pode pará-la 

num instante, bastando 

retirar as suas tropas do 

país atacado. Mas não 

se acaba com uma violação 

obrigando a vítima a 

aceitá-la.

Fotografia do Colunista
Jaime Nogueira Pinto

América, Alemanha, Roménia: o folhetim continua

Ao contrário do que se 

poderia supor, os mais 

fortes sinais de “defesa 

musculada da democracia 

musculada” não vêm da 

América de Trump, mas 

importam da América o 

estilo do mais puro 

Deep State.



Fotografia do Colunista
Miguel Pinheiro

Devíamos fazer uma estátua ao velho De Gaulle

Há 63 anos, o Presidente

francês Charles de Gaulle

 explicou para que serve

 uma Europa unida: "Serve

 para que não sejamos

 dominados pelos Estados

 Unidos nem pela Rússia.”

 Perceberam agora?

Fotografia do Colunista
Alberto Gonçalves

Aqui que ninguém nos ouve

Para lá, e para cá, de

Badajoz, ninguém ouve 

o prof. Marcelo, ninguém

 ouve os governantes,

 ninguém ouve os vultos 

 da oposição, ninguém 

 ouve os 950 comentadores

 que se atropelam nas

 televisões.

Rádio,TV e Jornais