Como um rio correm os dias e este espaço é uma margem onde deito pedrinhas à água.
No Observador
Guerras da memória assentes em divisões simplistas
entre bons e maus – como se vê na vizinha
Espanha – não são boas, nem para a história
passada, nem para a política futura.
Este tempo parece já não querer um Deus
apresentado como frágil, carpinteiro, ou derrotado.
Parece querer mais um Deus sem dúvidas,
certo, salvador, sem rodeios.
Restará um dia essa colecção de nãos que foi o
que decidi não publicar. Dá-se então esse
currículo paralelo, dos papéis que não viram
página.
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