Como um rio correm os dias e este espaço é uma margem onde deito pedrinhas à água.
No Observador
A queda de um ditador é sempre motivo de
alegria. Já as reticências que são colocadas
à acção de Washington têm imenso
de hipocrisia e de despeito anti-Trump.
E de cegueira face a um mundo que mudou.
O direito internacional está sempre subordinado
aos interesses dos países, sobretudo das
grandes potências. Foi sempre assim desde o
fim do Renascimento, não começou
quando Trump chegou à Casa Branca.
Os antigos sabiam que a desigualdade é natural
pelo que eliminando a disciplina, o rigor e a
virtude fica um mundo em que os mais
fortes prevalecem. Mas disciplina parece
ser uma palavra hoje proibida.
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