As cadeiras vazias no ensino superior
Recorte do Expresso
Há imagens que se inscrevem mais fundo do que qualquer número. Um anfiteatro deserto, uma sala onde as cadeiras permanecem mudas, um campus em que o silêncio suplanta o rumor da juventude. É isso que significam, no fundo, as onze mil vagas sobrantes no ensino superior português. Não são apenas estatísticas, mas uma paisagem de ausência, uma geografia de destinos por cumprir, um vazio que se alastra ao futuro coletivo.
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