Numa espécie de resposta ao discurso do vice-presidente dos EUA, JD Vance, no ano passado na Conferência de Munique, Merz concordou que se abriu uma brecha entre a Europa e os EUA em certas questões, mas sublinhou que "a batalha cultural do MAGA [Make America Great Again] nos EUA" não é a da Europa e que "a liberdade de expressão aqui termina quando as palavras proferidas são contra a dignidade humana e a nossa lei fundamental".
Este ano, a Administração Trump vai fazer-se representar pelo secretário de Estado, Marco Rubio, cujo discurso está agendado para sábado, 14 de fevereiro.
Numa crítica às políticas seguidas pela Administração Trump, o chanceler alemão lembrou que na Europa "não acreditamos em tarifas e protecionismo, mas sim no comércio livre. Cumprimos os acordos climáticos e a OMS [Organização Mundial de Saúde] porque estamos convencidos de que os desafios globais só podem ser resolvidos em conjunto."
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