A publicação em Portugal de “Se os gatos falassem” serve de ponto de partida para uma conversa com Piergiorgio Pulixi sobre escrita, género policial e o papel da literatura no presente. O autor italiano recusa fórmulas e alerta para a necessidade de manter a ficção ligada à experiência humana, mesmo quando escolhe a ironia e o mistério clássico como forma de contar o mundo.
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