As ligações de poderosos e famosos a Jeffrey Epstein são faladas há anos, mas a crescente pressão para que sejam divulgados publicamente milhões de documentos, incluindo vídeos, imagens e emails pessoais, tem trazido a lume centenas de nomes com ligações, mais ou menos estreitas, ao consultor financeiro e milionário norte-americano, acusado de crimes sexuais – abuso de menores e tráfico humano – e encontrado morto na sua cela no Metropolitan Correctional Center, em Nova Iorque, em 2019, enquanto aguardava julgamento (já tinha sido condenado em 2008).
No passado fim de semana, a procuradora-geral dos Estados Unidos, chefe do Departamento de Justiça, Pam Bondi, divulgou uma lista de mais de 300 nomes de figuras públicas – políticos, aristocratas, artistas e até o Papa João Paulo II – mencionados pelo menos uma vez nos badalados Epstein Files. Entre esses nomes, encontram-se os de Jay-Z, Michael Jackson, Mick Jagger (Rolling Stones), o antigo CEO da Sony Music Tommy Mottola ou o agente Casey Wasserman, que representou artistas como SZA, Coldplay ou Chappell Roan. Ao divulgar a lista, Bondi foi criticada por não detalhar os contextos em que os nomes foram referidos.
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