Como um rio correm os dias e este espaço é uma margem onde deito pedrinhas à água.
No Observador
As nossas crises começam com aqueles que vivem
em bolhas e olham para os novos movimentos
políticos com preconceito e nojo, sem qualquer
intenção de procurarem perceber o mundo
que os torna possíveis.
Deram-lhes telemóveis em vez de educação, sonhos
cosmopolitas em vez da noção de sacrifício pelo
grupo e sinalizações de virtude em vez de
envolvimento comunitário. Temos falhado aos
mais novos.
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