No Observador
29 de janeiro de 2026
28 de janeiro de 2026
25 de janeiro de 2026
Se digo rouxinol (poesia)
É para ti que escrevo.
E não me engano se digo rosa riso rouxinol.
É para ti que escrevo.
E todo o ano na carta que te escrevo bate o sol.
É para ti que escrevo.
E não te digo a cidade a saudade o desespero.
E não te conto os dias em que conto o sem conta dos dias em que espero.
É para ti que escrevo.
Que loucura esta renda de letras no papel
esta rede de traços de amargura
este recado que me rói na pele.
É para ti que escrevo. E sou constância.
Como não sê-lo em carta
selo tinta por naves aves ar
voo distância onde és fome de mim de ti faminta?
***
Rosa Lobato Faria
24 de janeiro de 2026
Stephen Hawking
Mesmo as pessoas que dizem que tudo está predeterminado e que não podemos fazer nada para mudá-lo, olham para os dois lados antes de atravessar a rua.
As grandes conquistas da humanidade foram obtidas conversando, e as grandes falhas pela falta de diálogo.
A poluição, a ganância e a estupidez são as maiores ameaças ao planeta.
Stephen Hawking
Teilhard de Chardin
Algum dia, quando tivermos dominado os ventos, as ondas, as marés e a gravidade, utilizaremos as energias do amor.
Então, pela segunda vez na história do mundo, o homem descobrirá o fogo.
Outra ideia despontou
Llévame madre (poesia)
Llévame madre al lugar de los niños
Al lugar donde los ojos no lloran
Y la lluvia es desierta pero bella,
Llévame madre al lugar de los niños
Al lugar donde el cuarto es el mundo
Al lugar donde los muebles no crecen
Adonde la lluvia no alcanza
Y adonde aún hay la esperanza.
A lo lejos
A lo lejos
En el cielo azul celeste
En Marbella, de un edificio, frente al mar
Miramos a los barquitos que se alejan en el alba
Y nos preguntamos:
“¿Que habrá cuando la niebla se junte con el mar?”
***
Llévame madre al lugar de los niños
Al lugar donde los ojos no duermen
Adonde las lágrimas son bellas
Y nada en nuestra alma es de mentira,
Llévame madre al lugar de los niños
Al lugar donde cada hora es un año
Al lugar donde las escaleras no acaban
A donde insomnes soñamos el mundo
Y un muñeco en el oscuro nos mira,
Llévame madre al lugar de los niños
Al lugar donde el cuarto es un juguete sin usar
Al lugar donde hay mapas y enciclopedias antiguas
Adonde vemos la lluvia de una pequeña ventana
Adonde el espejo y la noche se agrandan
Y vamos haciendo los barquitos de papel
Y vamos con papá a las islas lejanas
En busca siempre de aquel tesoro enterrado
Que es triste, pero es nuestro,
Llévame madre al lugar de los niños
Al lugar donde nunca estuve y la muerte no existe
¡Llévame madre al lugar de la niebla!
Deus, Pátria, Família e Trabalho
Gostam de linguagem sem meias-tintas? Aqui vai com uma tinta só. Não querem discursos "fofinhos"? Também eu não gosto do "fofinho". Não querem "conversa de chacha"? Também eu não. Sou da escola do Apocalipse: "Assim, porque és morno e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca".
Opiniões
No Observador
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Pelos seus dois protagonistas não creio que esta campanha tenha muitas razões para se radicalizar. Seguro porque a radicalidade não está no seu modo de ser; Ventura porque já segurou o seu eleitorado. | |||||||||
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Foi muito infeliz a ida de um candidato presidencial a Fátima, onde fez questão de não ir ao santuário, com a desculpa de que Portugal é um país laico. | |||||||||
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Se Augusto se fez cantar por um poeta que entendia o equilíbrio entre celebração e distância crítica, Trump rosna para caixas de ressonância que amplificam a eructação. O resultado é enjoo e saturação. | |||||||||
23 de janeiro de 2026
As emoções
As emoções não expressas nunca morrem. Elas são enterradas vivas e saem das piores formas mais tarde.
Sigmund Freud






































